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Guia de Terminologia: Studio vs. Guardian

"Aplica-se a: Todos os planos" "Keyword: terminologia acervo vivo" "Title: Glossário e Terminologia: Studio vs Guardian | Central de Ajuda - Acervo Vivo" "Meta: Entenda a terminologia oficial do Acervo Vivo. Descubra por que usamos letras maiúsculas e a diferença de conceitos entre o plano para Artistas e para Colecionadores." "Slug: guia-terminologia-studio-guardian" "Alt-Capa: Ilustração arquitetural comparando o fluxo criativo de um ateliê com a gestão patrimonial de uma coleção de arte"

O que é este documento?

Ao navegar pela plataforma Acervo Vivo e pela nossa Central de Ajuda, você notará que usamos alguns termos de uma maneira específica — muitas vezes com letras maiúsculas (como Trabalho, Série, Obra). Isso não é um erro ortográfico! Usamos a capitalização para indicar que estamos nos referindo a uma entidade ou funcionalidade específica dentro do sistema.

Além disso, o Acervo Vivo possui uma Lógica Camaleão: o vocabulário da plataforma muda completamente dependendo se você é o criador da arte (Studio) ou o guardião dela (Guardian). Este guia é o seu mapa para entender essas diferenças.

Como acessar

Estes termos formam a espinha dorsal do seu Menu Lateral. Dependendo da sua assinatura (Studio para Artistas ou Guardian para Colecionadores), a plataforma se adaptará para falar a sua língua.

1. Glossário STUDIO (A Ótica da Criação)

Desenhado para artistas, ateliês e espólios. O foco aqui é a produção, o desdobramento criativo e a comercialização direta.

  • Trabalho: A unidade fundamental de criação. É como chamamos a sua arte (pintura, escultura, arquivo digital). Usamos "Trabalho" porque, para o artista, a arte é o fruto do seu labor diário.
  • Série: O agrupador mestre do artista. Uma Série é um conjunto lógico de Trabalhos que compartilham um tema, técnica ou período (ex: "Fase Azul").
  • Tiragens / Múltiplos: Quando um Trabalho possui cópias físicas reprodutíveis (como gravuras, fotografias ou esculturas em bronze). No Acervo Vivo, a Tiragem não é apenas um número de texto (ex: 1/5); cada exemplar é um objeto físico independente com sua própria localização e preço.
  • Locais (Sedes): A infraestrutura física que você controla. É o endereço residencial do seu Trabalho (ex: Seu Ateliê, Reserva Técnica, Mapoteca). É onde a arte "dorme".
  • Galerias: A infraestrutura de terceiros. É o endereço comercial temporário da sua arte (ex: Galeria parceira, Museu). É onde a arte "trabalha" para ser exibida ou vendida.
  • Portfólio: Uma seleção efêmera e curada de Trabalhos, Textos e Currículos. Ideal para montar um PDF de apresentação visual para um edital ou curador.
  • Catálogo (de Valores): Semelhante ao portfólio, mas com foco estritamente comercial. O Catálogo cruza os seus Trabalhos com uma Lista de Preços específica, gerando PDFs com os valores formatados na moeda do cliente.

2. Glossário GUARDIAN (A Ótica do Patrimônio)

Desenhado para colecionadores privados, family offices e instituições. O foco aqui é a proteção do ativo, a logística e o rigor documental.

  • Obra: A unidade fundamental de aquisição. Para o colecionador, a arte é um bem cultural adquirido de terceiros.
  • Artistas (Autoria): O agrupador mestre do Guardian. Como colecionadores compram peças de diversos criadores diferentes, o conceito de "Série" perde força. A coleção é organizada prioritariamente por quem a criou.
  • Proveniência: A "Cadeia de Custódia" da Obra. É o livro-razão onde se registra a origem, de quem foi comprada, notas fiscais e o histórico de antigos proprietários.
  • Avaliações (Valuation): O módulo financeiro do patrimônio. Onde se registram as flutuações de valor de mercado da obra ao longo dos anos e os laudos de seguro atrelados a ela.
  • Conservaçao: O "Prontuário Médico" da Obra. Módulo dedicado a laudos de condição, danos, avarias e histórico de restauros realizados.
  • Ficha Museológica: O documento A4 de altíssima fidelidade gerado pelo sistema. Diferente do Studio (que emite Certificados de Autenticidade), colecionadores emitem Fichas Museológicas, pois não possuem a prerrogativa legal de atestar a autenticidade originária de uma obra de terceiros.

3. A Tabela de Equivalência (A Pedra de Roseta)

Se você navega entre as duas soluções, aqui está a tradução direta de como a plataforma adapta a interface para cada realidade:

Conceito no Sistema No Studio (Artistas) No Guardian (Colecionadores)
A unidade de arte Trabalho Obra
O plural Trabalhos Obras
O título do seu painel Acervo Completo Coleção Completa
Seção do formulário base Identificação do Trabalho Identificação da Obra
Logística no formulário Logística & Disponibilidade Gestão da Coleção
Histórico de posse Colecionador / Destino Final Procedência / Proprietário Anterior
O valor da arte Estratégia Comercial Patrimônio e Valoração
O tipo de valor Valor de Referência (Atelier) Valor de Avaliação (Seguro)

Perguntas Frequentes

P: Posso usar o Acervo Vivo se eu for artista E colecionador ao mesmo tempo? R: Sim! O Acervo Vivo possui suporte a Multi-Tenant. Com um único e-mail de login, você pode ter uma conta Studio para gerenciar a sua própria produção, e uma conta Guardian para gerenciar a coleção de arte que você compra de outros artistas. A interface mudará o vocabulário automaticamente dependendo da conta em que você "entrar".

P: Por que o botão de "Emitir Certificado de Autenticidade" não existe no Guardian? R: Por regras de governança do mercado de arte. Apenas o criador da obra (ou seu espólio/galeria representante) pode emitir um atestado primário de autenticidade. O Guardian é uma ferramenta de custódia, portanto, ele substitui a emissão de certificados pela emissão de Fichas Museológicas e dossiês de Proveniência.